sábado, 28 de março de 2026

A lei da misoginia e o impacto dela nos relacionamentos



Você já teve a impressão de que construíram um ambiente jurídico que afasta os homens das mulheres? Talvez não seja apenas impressão – isso é real. Nossos legisladores, de repente, se transformaram em verdadeiras máquinas de criar leis em defesa das mulheres. Isso parece bom à primeira vista, mas existe um objetivo sombrio por detrás de tudo isso. 

Se você prestar um pouco mais de atenção nessas leis, perceberá que elas ajudam as mulheres, mas em detrimento dos homens. O homem que se arriscar em um relacionamento sério hoje em dia, corre vários riscos.

Flerte ou assédio?

 O flerte sempre fez parte do comportamento masculino, pois, de acordo com nossa cultura, sempre coube ao homem a obrigação de tomar a iniciativa. Porém, se aproximar de uma mulher nos dias de hoje para iniciar uma paquera é o mesmo que andar em um campo minado. Se não souber escolher bem as palavras, ou se não for visualmente agradável para a mulher, pode sair algemado do ambiente. 

A lei do “Não é Não” (Lei 14.786 ) dá à mulher o poder de colocar na cadeia qualquer homem que ela julgue inconveniente. Insistir em uma paquera se tornou crime. O problema dessa lei é que cabe à mulher definir se o homem que tentou flertar com ela é, de fato, um assediador.  

Assim, muitos homens estão preferindo esperar que as próprias mulheres cheguem neles, pois temem serem mal interpretados em suas investidas, o que muda os papéis. 

E, caso o homem seja preso por uma denúncia qualquer feita por uma mulher, terá dificuldades para se defender, pois para a justiça brasileira a palavra da mulher vale como PROVA (Lei 14.550/23). Então, não adianta tentar se explicar, dizer que só estava tentando flertar, pois se a mulher falou, está falado. 

De acordo com a Lei 13.718, a importunação sexual se tornou equivalente ao estupro. Em outras palavras, se você tocar sem querer em uma mulher num ônibus lotado ou fazer qualquer coisa que, na interpretação subjetiva dela seja importunação sexual, você pode pegar de um a cinco anos de cadeia. Um simples toque no ombro para pedir licença pode ser visto como crime. 

Relacionamentos sérios

E a coisa só piora para os homens que querem algo além do simples namoro. Homens que querem relacionamentos mais sérios, como o casamento, por exemplo, precisam tomais ainda mais cuidado, pois as leis são severas contra eles. 

O Estado parece se esforçar para que as mães solteiras continuem solteiras. O governo pretende pagar um auxílio para mães solteiras no intuito de que elas não necessitem entrar em um relacionamento para obter sustento (PL 3717/21). Esse Projeto de Lei, caso se torne lei, concederá às mães solteiras vários benefícios sociais, trabalhistas e financeiros. E, apesar do Princípio da Isonomia em nossa Constituição, onde é dito que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...” (artigo 5º da Constituição Federal de 1988), essa lei não vai valer para os pais solteiros, só para mães solteiras. É uma lei exclusiva para mulheres. Aliás, nosso ordenamento jurídico possui várias leis exclusivas para mulheres, pois a justiça entende que elas necessitam mais de proteção e cuidados que os homens. Portanto jogaram o Princípio de Isonomia no lixo. 

Mas, caso o homem ainda ouse se casar ou se amigar com uma mãe solteira, ele correrá certos riscos. Um desses riscos, talvez o mais temido, é ser obrigado por lei a pagar pensão para um filho que nem é dele. A chamada pensão socioafetiva (Lei 08.069 e 83/19) pode ser imposta ao homem desde que a mulher prove qualquer vínculo afetivo entre o homem e a criança. E isso ela pode fazer com fotos ou vídeos onde o homem aparece interagindo com a criança. E, mesmo que o relacionamento acabe, você ainda continuará sendo obrigado a pagar pensão para a criança, pois as suas responsabilidades serão iguais às de um pai biológico. Inclusive você e o pai biológico podem pagar pensão à mesma criança, e, se um terceiro homem se envolver com a mulher, ele também pode cair na pensão socioafetiva, aumentando ainda mais esses valores e incentivando mulheres mal-intencionadas a usarem isso como golpe. 

E o circo de horrores jurídico para o homem que se casar nesses tempos sombrios continua... Se houver uma discussão entre o casal (coisa comum em um relacionamento) a mulher pode alegar violência psicológica (Lei 14.188) e o companheiro pode pegar até dois anos de reclusão. Novamente temos aqui uma lei exclusiva para a mulher. Se o homem sofrer violência psicológica da mulher, isso não é considerado crime. 

Se a mulher ficar com raiva de você por algum motivo, ela pode simplesmente ir até uma delegacia e fazer uma denúncia falsa, e, como a palavra da mulher já basta (Lei 14.550/23), você provavelmente vai ser preso sem a necessidade dela fornecer qualquer prova. Algumas mulheres usam isso como um tipo de “castigo” contra o marido, fazendo o marido ser preso por um tempo e depois retirando a queixa, para que ele seja solto. Elas praticamente brincam com as leis, como se fossem deusas te condenando ao inferno e te tirando de lá quando bem entendem. Nossas leis misândricas e feministas dão esse poder a elas.

E agora, com esse novo Projeto de Lei ( PL 896/2023) que já foi aprovado de forma unânime pelo Senado em 2026, e agora está sendo analisado pela Câmara dos Deputados, a vida do homem pode se tornar mais difícil, e os relacionamentos impossíveis. Esse Projeto de Lei prevê a criminalização da misoginia. Sabemos que a misoginia é o ódio ou aversão pelas mulheres, e sabemos que isso deve ser combatido, apesar de eu, particularmente, achar que a misandria (ódio contra homens) também devia ser combatida, e não negligenciada pela justiça, como acontece hoje em dia, mas, tudo bem. 

O problema nem é criminalizar a misoginia, e sim o que vai ser considerado misoginia depois que essa lei for aprovada, pois o próprio Projeto de Lei não define claramente o que é misoginia e nem o que é mulher, e isso pode virar uma baita bagunça futuramente. 

Assistindo a um programa de televisão recentemente, vi duas mulheres tentando definir o que é misoginia. Uma delas disse que interromper uma mulher enquanto ela fala pode ser classificado como misoginia. Outra disse que discordar do que uma mulher fala pode ser misoginia, ou seja, apesar de a palavra ter um significado no dicionário, as interpretações sobre o que pode ou não ser misoginia são elásticas, genéricas e subjetivas. Qualquer coisa que desagrade uma mulher pode se tornar misoginia, caso essa lei absurda seja aprovada. 

Isso, de certa forma, pode se virar até contra as próprias mulheres, pois, como a lei não define o que é uma mulher, uma mulher trans, por exemplo, pode colocar uma mulher biológica na cadeia caso ela se negue a aceitar suas ideologias ou discorde de suas falas, pois, ao que parece, a lei não vai combater o ódio pelas mulheres em si, mas qualquer coisa que as mulheres entendam que está diminuindo-as. Um homem que discorda do que uma mulher fala, por exemplo, não a odeia (discordar não é odiar), mas o simples fato de discordar pode torna-lo “misógino” de acordo com essa nova lei.  O fato de não termos uma delimitação que sirva como parâmetro para separar o que é opinião do que é misoginia, é o que torna essa possível lei mais absurda. Imagina todo esse poder nas mãos da mulher dentro de um relacionamento. Ou o homem se comporta como um cachorrinho adestrado, ou estará com sérios problemas.


Perigo de demissões 

Existe também o perigo real de que as mulheres sofram uma onda de demissões. Como discordar de mulheres ou interrompe-las quando estão falando pode ser considerado misoginia, isso pode afetar profundamente as interações no ambiente de trabalho. 

Uma mulher que não tiver seu projeto aprovado pode alegar misoginia, ou que não conseguir uma promoção, aumento etc. Se um encarregado precisar chamar a atenção de uma mulher por qualquer motivo, pode ser acusado de misoginia, ou até mesmo o empregador, dependendo de suas decisões, como não contratar uma mulher, demitir uma mulher, etc. 

Se a definição de misoginia for muito ampla ou subjetiva, alguns empregadores podem evitar contratar mulheres para cargos sensíveis, evitar feedbacks ou decisões difíceis (promoção, demissão, avaliação), em outras palavras, o empregador pode ter receio de que qualquer conflito seja interpretado como discriminação. E, levando em conta o que a gente já observa no caso da lei Maria da Penha, onde algumas mulheres usam essa lei de forma indevida, como ferramenta de vingança, fazendo falsas acusações na tentativa de punir seus desafetos do sexo masculino, já podemos imaginar o que os empregadores podem passar nas mãos dessas mulheres. 

Sem contar que as mulheres já contam com muitas leis que dão a elas certos privilégios no trabalho. O Projeto de Lei 1249/22, por exemplo, aprovado pela Câmara dos Deputados em outubro de 2025, propõe licença remunerada de até dois dias consecutivos por mês para mulheres com sintomas graves de cólica. Aqui o empregador terá que pagar dois dias de trabalho para uma mulher que não está lá trabalhando, e isso todos os meses. 

E tem mais: conforme decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF), o empregador é obrigado a pagar os primeiros 15 dias de afastamento de funcionárias que precisem se ausentar do trabalho devido à violência doméstica. Ou seja, se a mulher sofre violência doméstica, quem paga é o empregador. Ela receberá a metade do mês sem trabalhar. Imagina como isso será prejudicial ao empregador.

E as aberrações jurídicas não param por aí! Tem lei que incentiva a mulher a fazer denúncias (inclusive denúncias falsas). O Projeto de Lei Complementar (PLP) 158/2024, por exemplo, garante seis meses de estabilidade no trabalho ou seis meses de salário em dobro para mulheres que denunciarem colegas de serviço por assédio. Como a lei premia a mulher que faz a denúncia, isso certamente pode incentivar mulheres mal-intencionadas a fazerem denúncias falsas, visto que a única punição que receberão, caso a mentira seja descoberta, é a demissão por justa causa. Não há uma punição criminal para a mulher que mentir para ganhar esses “prêmios”, mesmo que a mentira dela coloque um inocente na cadeia e destrua a vida dele. 

Então será que é viável para uma empresa hoje em dia contratar mulheres? 


O que o homem ganha hoje com os relacionamentos? 

Mas saindo do campo trabalhista e voltando ao campo dos relacionamentos, não é só essa lei que, caso aprovada, transformará a vida do homem num inferno. Existem outras leis que também colaboram para isso, dando privilégios absurdos para as mulheres em detrimento dos homens. 

Uma mulher, por exemplo, pode te tirar facilmente de sua própria casa, caso peça uma medida protetiva contra você e alegue que não tem para onde ir. Nesse caso, você será expulso de sua casa (mesmo ela estando no teu nome), e isso, por tempo indefinido. E a mulher nem precisará fornecer provas para justificar o pedido, pois pedidos desse tipo são considerados "medidas protetivas de urgência". Ela também pode te colocar na cadeia fazendo denúncias falsas e te obrigar a pagar pensão vitalícia para ela mesmo depois do término do relacionamento (PL 48.2023). 

Se uma mulher te acusar de ser o pai do filho dela, você terá que pagar pensão “Alimentos Gravídicos” (Lei 11.804) até que você prove que não é o pai. Ou seja, para te acusar ela não precisa de provas, mas você precisa provar que não é o pai para conseguir cancelar as pensões. 

E, se no momento do divórcio a mulher alegar que você era violento, o Projeto de Lei PL 5498/23, caso vire lei, pode te fazer perder 100% dos seus bens. Isso mesmo o que você leu! Nesse caso, os bens não serão divididos ao meio... você vai perder tudo. 


Nem os namorados escapam

E o perigo não é só para os homens casados ou amigados (amasiados)! Se você namorar com uma mulher por seis meses, pode perder metade de seus bens em caso de separação, como se fosse casado. É isso o que propõe as leis 141/23 e 494/23.

Com tantas leis beneficiando as mulheres em detrimento dos homens. Com uma justiça inclinada a ouvir a mulher e tapar os ouvidos para os homens, ou punir homens sem provas, apenas acatando a palavra da mulher, você ainda acha que é viável ao homem se relacionar com uma mulher hoje em dia?

Entrar em um relacionamento se tornou para os homens como caminhar num terreno minado. Um passo em falso e você se lasca. Nossos legisladores transformaram os relacionamentos em um terreno inóspito para os homens. 


O plano macabro por detrás de tudo isso

Mas todo esse conjunto de leis que prejudicam os homens não foi feito por acaso. Existe um propósito sombrio por detrás dessas leis. Fica bem evidente para qualquer pessoa observadora que essas leis têm como objetivo afastar definitivamente os homens das mulheres. Enquanto os homens se afastam por temerem essas leis, as mulheres também se afastam por serem constantemente bombardeadas por ideias misândricas que colocam os homens como inimigos, monstros... 

Obviamente que o objetivo é afastar um do  outro e assim impedir o surgimento de algo que as pessoas por detrás dessas leis querem muito combater: a família tradicional: Pai + mãe + filhos, vivendo juntos, com papéis familiares definidos.

Existem grupos ligados à cultura woke, progressismo e à extrema esquerda que não escondem o desejo de acabar com a chamada família tradicional, pois enxergam esse modelo como conservador e enraizado na religião.  Assim, pessoas com essa visão cultural e ideológica se infiltraram na política e estão promovendo leis que suprimem o comportamento masculino ao máximo, enfraquecendo-o e tornando o homem um tipo de pária na sociedade, enquanto seduzem as mulheres com um falso empoderamento com o apoio do Estado, da justiça e das leis, tornando-as quase divinas: pessoas que não podem ser questionadas, interrompidas ou contrariadas. A mulher novamente está sendo enganada pela Serpente, o grande inimigo de Deus. 

Isso, a curto prazo, pode parecer um avanço social para alguns, mas a longo prazo certamente vai se voltar contra as mulheres, como já previ aqui nesse texto. No final, caso isso continue, teremos um declínio na natalidade, aumento da prostituição feminina, e homens e mulheres vivendo e envelhecendo sozinhos e deprimidos. As consequências futuras de um mundo assim só Deus sabe. 

 

Sem comentários:

Enviar um comentário