sábado, 11 de março de 2017

Profecia sobre o Egito que supostamente falhou

ARGUMENTO: "Ezequiel 29:15 diz que o Egito se tornaria o mais modesto de todos os reinos e não dominaria mais sobre outras nações. Entretanto em 1820 o Egito conquistou e dominou o Sudão".


"Mais humilde se fará do que os outros reinos, e nunca mais se exalçará sobre as nações; porque os diminuirei, para que não dominem sobre as nações".Ezequiel 29:15


Ao falar que "diminuiria o Egito", Deus se referia ao Egito como o Império dominador que era. O Império Egípcio existiu entre o término do Império Assírio e o início do Império Babilônico. Nessa época o Egito dominava sobre várias nações e cobrava tributos delas. Até mesmo o Reino de Judá foi tributário dos egípcios. A profecia de Ezequiel dizia que o Egito seria rebaixado e nunca mais dominaria SOBRE AS NAÇÕES. Ou seja, o Egito não mais seria um Império dominante.

No contexto dessa profecia o profeta Ezequiel revela até mesmo quem iria destruir o Império Egípcio - Nabucodonosor, rei da Babilônia (Ezequiel 29:19). Essa profecia se cumpriu em meados de 605 a.C.

Depois disso o Egito jamais voltou a ser um Império novamente e se reduziu a uma humilde província que passava de mão em mão, veja:

Em 334 a.C. o Egito foi ocupado por Alexandre Magno, e depois da morte do imperador o  general Ptolomeu fundou a chamada "dinastia ptolemaica".

Depois disso o Egito passou a ser uma província do Império romano, que mais tarde foi dividido em duas partes. A parte do Império romano que dominava o Egito passou a se chamar "Império Bizantino".

Os árabes conseguiram aniquilar o Império Bizantino e passaram a dominar o Egito.
Depois disso o Egito tornou-se uma província do califado omíada, e depois uma província do
    califado abássida, e por aí vai.

Em 868 d.C o Egito esboçou uma reação e conquistou sua autonomia, mas essa autonomia só durou 37 anos e o Egito voltou a ser província do califado novamente.

O Egito também foi província do Império Otomano, e quando finalmente conseguiu se tornar independente desse Império, teve que enfrentar um período de miséria e fome, o que levou o Egito a ser ocupado pelos britânicos.

Obs: em 1820, data em que os ateus dizem que o Egito dominou o Sudão, o Egito era apenas uma mera província do Império Otomano... 😉

O Egito só conseguiu sua independência total por volta de 1956.

Hoje em dia o Egito é a terceira maior economia do continente africano, ficando atrás inclusive da Nigéria. É um país com índice de desenvolvimento humano médio 0,690 (Pnud 2014)É também um dos países árabes mais pobres, onde 48,9% da população vive abaixo do limiar da pobreza (fonte). Certamente nunca mais vai voltar a ser um Império mundial como foi em seus tempos áureos. 

quarta-feira, 1 de março de 2017

A Geração que não passará de Mateus 24:34

ARGUMENTO: Jesus falou que a geração de seus discípulos não passaria até que tudo o que ele disse sobre o fim do mundo se cumprisse. Já passaram mais de dois mil anos, aquela geração se foi, e nada de fim do mundo.




Durante seu famoso sermão sobre a Grande Tribulação e o fim dos tempos, Jesus falou sobre uma geração que "não passaria" até que todas as coisas ditas por Ele se cumprissem (Mateus 24:34). Que geração seria essa? Isso tem sido motivo de debates entre muitos teólogos. Apresento aqui uma possível explicação:


O uso da palavra “geração” por Jesus nessa passagem pode muito bem se referir ao povo judaico como etnia (ou talvez até como raça mesmo) que permaneceu distinta até hoje. A palavra geração na bíblia não tem um período rigidamente definido. Existem gerações mencionadas na bíblia de 100 anos (Gn. 15:13,16), de 40 anos (Nm. 32:13) e etc...

A palavra geração vem do grego "genea", que originou a palavra "genealogia", ou seja: GENEA = GERAÇÃO/ LOGIA = ESTUDO.

 Essa palavra se caracteriza pelo conjunto de descendentes de um indivíduo. Portanto, tudo indica que Jesus falava do povo judaico como etnia/raça quando usou a palavra geração. Mesmo diante de tantas adversidades como a dispersão, o holocausto, guerras e etc, essa geração ou etnia continua existindo distintamente e existirá até que todas essas coisas aconteçam (Mateus 24:34).

A palavra grega "γενεά" (geração) também pode ser traduzida como raça ou família, o que reforça a tese de que Jesus estaria se referindo aos judeus como raça.



Essa palavra também pode ser traduzida como "Era", ou seja, período de tempo que serve de base a um sistema cronológico, exemplo: "Era cristã".

A tradução bíblica da Liga Bíblica Mundial, por exemplo, usa a palavra ERA no lugar de geração.





terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Por que homens têm mamilos?



Vez por outra essa pergunta é feita para os cristãos, criacionistas e até mesmo para os proponentes do Design Inteligente. O que o ateu/evolucionista pretende com essa pergunta?

Os mamilos masculinos são considerados pelos evolucionistas como um tipo de "órgão vestigial", ou seja, um resquício evolutivo. O raciocínio deles é mais ou menos assim:

Os mamilos masculinos não têm função alguma, portanto são resquícios evolutivos (especulação). Como um Ser inteligente poderia ter criado um órgão totalmente inútil no ser humano? (argumento do bad design). 

Função conhecida


Apesar de os mamilos masculinos não terem a função de amamentar, eles não são inúteis. Mamilos masculinos são muito sensíveis a estímulos sexuais.

Mas por que homens têm mamilos?



O homem possui mamilos porque todos os embriões humanos possuem os ductos de Wolf e Müller. No embrião XY (menino), os ductos de Wolf se desenvolvem e os ductos de Müller retrocedem. No embrião XX (menina), ocorre o oposto: os ductos de Wolf retrocedem e os ductos de Müller se desenvolvem... Como na fase inicial o sistema de ductos mamários é o mesmo para ambos os gêneros, o homem também terá mamilos. Isso não é o resultado de um suposto passado evolutivo imaginário, mas de um passado embrionário mesmo.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Como o celacanto refutou os evolucionistas

Antigamente os cientistas conheciam os celacantos somente pelo registro fóssil. Esse grupo de peixes era considerado extinto há pelo menos 65 milhões de anos.



O formato protuberante das nadadeiras do celacanto levou os cientistas a pensar que esse peixe estava evoluindo para um tipo de animal terrestre, um anfíbio primitivo. Suas nadadeiras lobadas estariam evoluindo em patas.

Essa crença foi tão difundida que até mesmo os livros didáticos mostravam gravuras do celacanto saindo das águas com as tais pernas.



Dessa forma os celacantos foram encaixados na sequência evolutiva como os ancestrais dos tetrápodes, ou seja, um elo evolutivo entre peixes e vertebrados terrestres.

O fim da crença




Tudo ia muito bem com a crença evolucionista até que em 1938 alguém conseguiu capturar um celacanto vivo na costa leste da África do Sul.
Ora! O celacanto tinha desaparecido completamente do registro fóssil desde a era mesozoica, e por isso os cientistas acreditavam que ele tinha completado sua evolução em anfíbio. Porém, de repente, estavam com um exemplar em mãos, com suas nadadeiras lobadas intactas, inalteradas.



Isso causou um impacto tão profundo na comunidade científica que fez com que o celacanto perdesse o seu posto de elo entre peixes e tetrápodes.
No entanto, porém, quando falamos sobre isso com os evolucionistas mais leigos (ateus militantes, por exemplo), eles alegam que os celacantos atuais não são da mesma subespécie dos celacantos fósseis, e portanto a descoberta de celacantos vivos não afeta suas teorizações. Será que não afeta mesmo?

O erro dos evolucionistas militantes é justamente não levar em conta que o nome CELACANTO é genérico, ou seja, celacanto não é o nome de um peixe em específico, mas o nome de um grupo de peixes... Tanto o celacanto fóssil como o celacanto vivo pertencem ao grupo dos crossopterígios, que é o mesmo grupo que os evolucionistas diziam que tinha evoluído para anfíbios.
Podemos dizer então que os evolucionistas erraram a respeito da extinção dos crossopterígios, assim como erraram também a respeito de sua evolução em tetrápodes.