sábado, 29 de abril de 2017

Pois é!


sexta-feira, 28 de abril de 2017

Página da ATEA no Facebook foi derrubada

O direito de criticar dogmas religiosos é assegurado como liberdade de expressão, mas atitudes agressivas, ofensas e tratamento diferenciado a alguém em função de sua crença É CRIME inafiançável.  O problema é que nem sempre o ateu militante consegue discernir uma coisa da outra. Para alguns ateus militantes a liberdade de expressão qualifica qualquer tipo de comentário agressivo contra os religiosos, mas não é bem assim que a banda toca. 

Você pode criticar, contestar ou refutar qualquer ensino religioso, mas sem ferir a dignidade das pessoas que acreditam nesses ensinos. No entanto, parece que os editores da página da ATEA no Facebook nunca respeitaram isso. O que mais se via naquela página era o escárnio contra os religiosos. Os religiosos cristãos eram sempre citados como pessoas burras, idiotas e ignorantes. E isso, claro, pode ser qualificado como crime de ódio e intolerância religiosa. 
Ao invés de criticarem os dogmas religiosos, os editores da ATEA muitas vezes atacavam a pessoa do religioso, ferindo assim sua dignidade.

A queda


Ontem, dia 27 de abril, os seguidores da  ATEA no Facebook que tentaram acessar a página se depararam com esse aviso:


Era difícil de acreditar, mas a página tinha sido excluída do Facebook. Qual seria o motivo? Aparentemente a página tinha publicado algo ofensivo aos muçulmanos, e por isso foi denunciada:


Isso foi classificado como discurso de ódio pela moderação do Facebook:


Mas... espere um pouco! Essa página sempre fez discursos de ódio contra os cristãos e o Facebook nunca tomou uma atitude dessas. Bastou eles falarem um til contra os muçulmanos e levaram "ban" rapidinho. Se por um lado é muito bom ver uma página preconceituosa dessas caindo, por outro lado causa certa tristeza perceber que a lei não funciona da mesma forma para todo mundo. 

Uma segunda página pertencente ao bando grupo divulgou uma mensagem falando sobre o assunto e fazendo uma referência à "religião da paz"(Islã):



Obs: a página da ATEA foi restabelecida hoje, dia 28. E agora a pergunta é: vão continuar fazendo posts sobre os muçulmanos? 😉

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Moisés tinha chifres?

Por que os artistas renascentistas adoravam pintar e esculpir Moisés com um par de chifres na cabeça?
Confira a resposta nesse pequeno vídeo:

video

sábado, 11 de março de 2017

Profecia sobre o Egito que supostamente falhou

ARGUMENTO: "Ezequiel 29:15 diz que o Egito se tornaria o mais modesto de todos os reinos e não dominaria mais sobre outras nações. Entretanto em 1820 o Egito conquistou e dominou o Sudão".


"Mais humilde se fará do que os outros reinos, e nunca mais se exalçará sobre as nações; porque os diminuirei, para que não dominem sobre as nações".Ezequiel 29:15


Ao falar que "diminuiria o Egito", Deus se referia ao Egito como o Império dominador que era. O Império Egípcio existiu entre o término do Império Assírio e o início do Império Babilônico. Nessa época o Egito dominava sobre várias nações e cobrava tributos delas. Até mesmo o Reino de Judá foi tributário dos egípcios. A profecia de Ezequiel dizia que o Egito seria rebaixado e nunca mais dominaria SOBRE AS NAÇÕES. Ou seja, o Egito não mais seria um Império dominante.

No contexto dessa profecia o profeta Ezequiel revela até mesmo quem iria destruir o Império Egípcio - Nabucodonosor, rei da Babilônia (Ezequiel 29:19). Essa profecia se cumpriu em meados de 605 a.C.

Depois disso o Egito jamais voltou a ser um Império novamente e se reduziu a uma humilde província que passava de mão em mão, veja:

Em 334 a.C. o Egito foi ocupado por Alexandre Magno, e depois da morte do imperador o  general Ptolomeu fundou a chamada "dinastia ptolemaica".

Depois disso o Egito passou a ser uma província do Império romano, que mais tarde foi dividido em duas partes. A parte do Império romano que dominava o Egito passou a se chamar "Império Bizantino".

Os árabes conseguiram aniquilar o Império Bizantino e passaram a dominar o Egito.
Depois disso o Egito tornou-se uma província do califado omíada, e depois uma província do
    califado abássida, e por aí vai.

Em 868 d.C o Egito esboçou uma reação e conquistou sua autonomia, mas essa autonomia só durou 37 anos e o Egito voltou a ser província do califado novamente.

O Egito também foi província do Império Otomano, e quando finalmente conseguiu se tornar independente desse Império, teve que enfrentar um período de miséria e fome, o que levou o Egito a ser ocupado pelos britânicos.

Obs: em 1820, data em que os ateus dizem que o Egito dominou o Sudão, o Egito era apenas uma mera província do Império Otomano... 😉

O Egito só conseguiu sua independência total por volta de 1956.

Hoje em dia o Egito é a terceira maior economia do continente africano, ficando atrás inclusive da Nigéria. É um país com índice de desenvolvimento humano médio 0,690 (Pnud 2014)É também um dos países árabes mais pobres, onde 48,9% da população vive abaixo do limiar da pobreza (fonte). Certamente nunca mais vai voltar a ser um Império mundial como foi em seus tempos áureos. 

quarta-feira, 1 de março de 2017

A Geração que não passará de Mateus 24:34

ARGUMENTO: Jesus falou que a geração de seus discípulos não passaria até que tudo o que ele disse sobre o fim do mundo se cumprisse. Já passaram mais de dois mil anos, aquela geração se foi, e nada de fim do mundo.




Durante seu famoso sermão sobre a Grande Tribulação e o fim dos tempos, Jesus falou sobre uma geração que "não passaria" até que todas as coisas ditas por Ele se cumprissem (Mateus 24:34). Que geração seria essa? Isso tem sido motivo de debates entre muitos teólogos. Apresento aqui uma possível explicação:


O uso da palavra “geração” por Jesus nessa passagem pode muito bem se referir ao povo judaico como etnia (ou talvez até como raça mesmo) que permaneceu distinta até hoje. A palavra geração na bíblia não tem um período rigidamente definido. Existem gerações mencionadas na bíblia de 100 anos (Gn. 15:13,16), de 40 anos (Nm. 32:13) e etc...

A palavra geração vem do grego "genea", que originou a palavra "genealogia", ou seja: GENEA = GERAÇÃO/ LOGIA = ESTUDO.

 Essa palavra se caracteriza pelo conjunto de descendentes de um indivíduo. Portanto, tudo indica que Jesus falava do povo judaico como etnia/raça quando usou a palavra geração. Mesmo diante de tantas adversidades como a dispersão, o holocausto, guerras e etc, essa geração ou etnia continua existindo distintamente e existirá até que todas essas coisas aconteçam (Mateus 24:34).

A palavra grega "γενεά" (geração) também pode ser traduzida como raça ou família, o que reforça a tese de que Jesus estaria se referindo aos judeus como raça.



Essa palavra também pode ser traduzida como "Era", ou seja, período de tempo que serve de base a um sistema cronológico, exemplo: "Era cristã".

A tradução bíblica da Liga Bíblica Mundial, por exemplo, usa a palavra ERA no lugar de geração.