segunda-feira, 21 de janeiro de 2019


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Os embriões de Haeckel (fraude revelada)

Na parte superior os desenhos forjados por Haeckel. Na parte inferior as imagens reais dos embriões.


Segundo a lei biogenética, proposta pelo naturalista alemão Ernst Haeckel, os embriões de várias espécies passam por estágios que “recapitulam” todo processo evolutivo natural das espécies, e por isso os embriões seriam parecidos, mesmo sendo de espécies diferentes. 


Ernst Heinrich Philipp August Haeckel 


Por exemplo: o embrião humano começa seu desenvolvimento como uma célula diploide chamada zigoto. Segundo a ciência convencional a primeira forma de vida também era uma célula. 


Zigoto

Depois o zigoto começa a se dividir, assim como supostamente aconteceu com a célula primordial. 

No próximo estágio o embrião desenvolve estruturas que se parecem com brânquias, e isso estaria recapitulando a vida aquática (nossos ancestrais que viviam na água). 




Agora o embrião desenvolve um prolongamento que lembra muito uma cauda (rabo), o que corresponde à fase de nossos ancestrais anfíbios, e por aí vai...




É importante ressaltar que a estrutura parecida com brânquias no embrião não tem nada a ver com guelras e muito menos com respiração dentro e fora da água. Essas estruturas vão dar origem à estruturas no seu pescoço e face (Langman, J. 1975, Medical Embryology, pág. 262).

 O “rabinho” do embrião também não é um rabinho. É apenas o cóccix do embrião. 

Esse é o problema da “teoria do parece então é” – nem sempre o que parece, é! 


A fraude



"O trabalho de Haeckel está-se a revelar como uma das falsidades mais famosas dentro da biologia” (Elizabeth Pennisi, “Haeckel’s Embryos: Fraud Rediscovered,” Science 277, 1997, p. 1435)


 "Não só o Haeckel adicionou ou omitiu características, segundo Richardson e seus colegas, mas também falsificou a escala para exagerar semelhanças entre as espécies" (Science 277, 1997).

Disposto a comprovar a ancestralidade comum através da embriologia, Haeckel falsificou alguns desenhos. Em seus desenhos os embriões eram todos parecidos, mesmo sendo de espécies diferentes.

Em 1874, porém, a fraude foi descoberta e Haeckel teve que confessar que falsificou os desenhos para dar mais credibilidade para sua teoria. 

http://science.sciencemag.org/content/277/5331/1435.1.full

A pergunta que faço é: se a teoria evolutiva é tão sólida, como dizem, por que a necessidade de fraudes? Essa não foi a primeira fraude feita no intuito de comprovar pressupostos evolutivos.  

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Postura opistotônica em fósseis de dinos (evidência do dilúvio?)



Sabemos que existem várias pinturas rupestres primitivas pelo mundo onde podemos ver claramente desenhos de dinossauros. Sabemos também que vários fósseis de dinossauros foram encontrados com tecidos moles intactos, o que é muito estranho em se tratando de fósseis que alegadamente possuem "milhões" de anos.

Tudo isso tem contestado a cronologia darwinista que ensina que homens e dinossauros não foram contemporâneos.

Outra coisa interessante é a "postura opistotônica" observada em muitos fósseis de dinossauros. Nunca ouviu falar em postura opistotônica? Dizemos que o fóssil está em postura opistotônica quando ele está com a cabeça lançada para trás (como na foto).

Durante anos os cientistas tentaram entender o motivo de muitos fósseis de dinossauros estarem nessa postura (também chamada de pose da morte). Depois de alguns estudos e experiências com galinhas mortas, a conclusão foi que essa postura é recorrente de espasmos musculares perimortem resultantes de várias aflições do sistema nervoso central que ocorrem quando a carcaça do animal é submersa em meio aquoso, ou seja, esses dinossauros poderiam ter morrido afogados ou pelo menos seus corpos teriam sido envoltos por água logo após a morte deles.

E como encontramos vários fósseis assim no mundo todo, podemos concluir que a morte desses répteis está associada a água... muita água. Não seria o dilúvio uma explicação melhor para o desaparecimento dos dinossauros do que o suposto asteroide que supostamente matou diplodocos de 15 toneladas mas não conseguiu matar baratas e tartarugas?


Vide: Achim G. Reisdorf and Michael Wuttke, “Re-evaluating Moodie’s Opisthotonic-Posture Hypothesis in Fossil Vertebrates Part I: Reptiles—the taphonomy of the bipedal dinosaurs Compsognathus longipes and Juravenator starki from the Solnhofen Archipelago (Jurassic, Germany),” Palaeobiodiversity and Palaeoenvironments 92:119-168, 2012

Veja também esse estudo aqui: CLIQUE AQUI

terça-feira, 1 de janeiro de 2019



"Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ação de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade.

Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador"

1 Timóteo 2:1-3

domingo, 30 de dezembro de 2018

Darwin era racista? Darwinismo social



Se Darwin vivesse em nossos dias, nessa geração politicamente correta, provavelmente estaria atrás das grades fazendo companhia para o Lula. 

O que ele escreveu em seu livro The Descent of Man, and Selection in Relation to Sex poderia facilmente lhe render um processo por racismo. No capítulo 6 desse livro, quando Darwin começa a falar sobre a cronologia do homem, ele afirma que as “raças superiores” exterminariam as “raças inferiores”.

 Para Darwin, o grupo de “raças inferiores” seria formado pelos negros, aborígines australianos e mestiços em geral. 


Aborígenes australianos em foto de 1939


Já a “raça superior” seria formada pelos brancos europeus, raça da qual o próprio Darwin fazia parte. 

Esse conceito de Darwin acabou sendo adotado por outros darwinistas. Thomas Huxley, um biólogo que ficou conhecido como o “Buldogue de Darwin” por ser defensor ferrenho da teoria da evolução, disse:


“Nenhum homem racional, conhecedor dos factos, acredita que o negro comum é igual, e muito menos superior ao homem branco” Thomas Huxley

Outro darwinista que defendia o conceito de raças superiores e inferiores foi Ernst Haeckel, um biólogo que ficou muito conhecido depois de ter falsificado alguns desenhos de embriões na tentativa de comprovar pressupostos darwinistas através da embriologia. 

Haeckel afirmou que: 


“No estado mais baixo do desenvolvimento mental humano estão os australianos, algumas tribos da Polinésia, os bosquímanos, os hottentots e algumas tribos negras”
 Ernst Haeckel


Haeckel também foi um exímio desenhista. Preste muita atenção no desenho abaixo. Ele foi feito por Haeckel e representa muito bem o pensamento darwinista daquela época. Para esses darwinistas os negros estavam quase que no mesmo patamar de um gorila, um chimpanzé ou um orangotango. 


Desenho feito por Haeckel


O Darwinismo Social 

Quando esse pensamento darwinista imundo foi implantado nas ciências sociais, criou-se o que chamamos de “darwinismo social”. 

O darwinismo social só serviu de base para coisas ruins, tais como a eugenia nazista, o racismo científico e o imperialismo. 


Adolf Hitler


Hitler foi um darwinista ferrenho que tinha o costume de ler jornais que pregavam o darwinismo social ( Hamann 2010, p. 233).

 É certo que o darwinismo social teve um peso inequívoco em sua concepção ideológica. Com base no conceito darwinista de raças inferiores e superiores, Hitler colocou em prática um processo de seleção rigorosa por meio da eugenia, onde pessoas consideradas inaptas eram eliminadas. 




O darwinismo social também serviu como base para o racismo científico (também chamado de racismo biológico), onde pessoas acreditavam ter evidências empíricas que justificavam o racismo (vide).

O imperialismo, por sua vez, justificava sua expansão e domínio territorial com o conceito darwinista de raças superiores e inferiores.  




Os europeus “superiores” se assenhoravam das terras dos africanos e asiáticos “inferiores” por considera-los “bárbaros” e incapazes de evoluir sozinhos. 


O absurdo


As ideias racistas de Darwin se tornaram tão populares que algumas pessoas chegaram ao cúmulo de prender um homem negro em uma jaula e exibi-lo num zoológico, como se fosse um animal. 


Ota Benga

Essa foi a triste história de um homem chamado Ota Benga, um pigmeu congolês que foi colocado dentro de uma jaula de macacos no Bronx Zoo, onde foi exibido como sendo “um estágio da evolução humana”.




Em sua edição de 6 de março de 1904, o Jornal St. Louis Republic afirmou que Ota Benga representava a forma mais baixa de desenvolvimento humano.

Falácia do darwinismo social


Alguns darwinistas saíram em defesa de Darwin e alegaram que os "crentes" estão usando de falácia ao associar Darwin e o darwinismo social. Segundo eles, o verdadeiro autor do darwinismo social foi o filósofo Herbert Spencer, o qual teria lançado as bases do darwinismo social  antes mesmo de Darwin ter lançado o seu livro A Origem das Espécies, onde divulgou seu conceito de seleção natural.

Acontece que o darwinismo social não foi algo que surgiu da noite para o dia. O conjunto de teorias sociais que chamamos hoje de darwinismo social foi desenvolvido entre os séculos XIX e XX, e as ideias de Darwin contribuíram e muito para a popularização e aplicação dessas teorias. Foi justamente o sucesso da teoria da evolução que motivou o surgimento de correntes nas ciências sociais baseadas na tese da sobrevivência do mais adaptado e da importância de um controle sobre a demografia humana (Wells, D. Collin. 1907. "darwinismo social". American Journal of Sociology. Vol. 12, No. 5, pp. 695-716)

Fontes sobre Ota Benga:

https://www.nytimes.com/2006/08/06/nyregion/thecity/06zoo.html?pagewanted=1&_r=1

https://alogicadosabino.wordpress.com/2008/05/10/ideias-tem-consequencias-a-teoria-racista-de-darwin/

Bradford, Phillips Verner; Harvey Blume (1992). Ota Benga: The Pygmy in the Zoo. Nova York: St. Martins Press



sábado, 29 de dezembro de 2018

A classificação taxonômica baseada em aspectos morfológicos pode mudar

Paulo Roberto Jubilut é um biólogo evolucionista

        A classificação taxonômica baseada em aspectos morfológicos sofreu um duro golpe: a análise comparativa de DNA tem mostrado que aparência nem sempre é um indicativo confiável de parentesco.  Por isso mesmo morcegos e cavalos podem ser muito mais próximos geneticamente do que cavalos e vacas, e por aí vai...   
        Será que agora o MEC vai recolher os livros de biologia que mostram gravuras com a tal sequência evolutiva equivocada? Será que a ciência do “parece, então é” vai se dar ao trabalho de consertar a classificação? 

Vide: Proceedings of the National Academy of Sciences, DOI: 10.1073/pnas.0603797103