O dogma da Imaculada Conceição ensina que Maria, mãe de Jesus, foi concebida sem o pecado original.
Em termos simples: desde o primeiro instante de sua existência (ou seja, desde a sua concepção no ventre de sua mãe), Maria já foi preservada da condição comum da humanidade marcada pelo pecado original. Esse dogma contraria a passagem bíblica de Romanos 3:23, onde é dito que TODOS pecaram, o que não deixa nenhuma exceção, a não ser Jesus, o qual a bíblia diz que nunca pecou (1 Pedro 2:22).
Agora, alguns fiéis católicos estão fazendo postagens dizendo que uma lápide antiga foi encontrada, e que a inscrição nessa lápide fala sobre a Imaculada Conceição de Maria. Seria isso verdade? Não, não é!
É verdade que uma lápide antiga realmente foi encontrada na região de Negev, uma região desértica que cobre cerca de 60% do sul de Israel. Também é verdade que o texto em grego cita o nome Maria, mas a Maria mencionada no texto não é a mesma Maria da bíblia, a mãe de Jesus, e sim, uma mulher que viveu na região de Nitzana há cerca de 1.400 anos. O texto na lápide diz o seguinte: "Beata Maria, que viveu uma vida imaculada".
A pedra, que data do final do século VI ou início do século VII d.C., foi encontrada por inspetores da Autoridade de Natureza e Parques que estavam limpando o Parque Nacional de Nitzana (fonte).
Os protestantes costumam criticar o dogma da Imaculada Conceição por falta de base bíblica explícita, por colocar Maria num nível quase divino, sem pecados, e, pelo fato do desenvolvimento tardio do dogma, que só foi definido oficialmente em 1854 por Pio IX.
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