ARGUMENTO: “Por que a palavra dinossauro não aparece
na bíblia?”
Através do registro fóssil sabemos que no passado a
Terra foi habitada por animais gigantescos. Alguns deles, como o Diplodoco, por exemplo,
chegavam a medir 27 metros de altura e pesavam mais de 20 toneladas. Para o
neo-ateu, o fato de a bíblia não falar sobre esses animais gigantescos é uma
prova contra sua inspiração sobrenatural. Mas por que a palavra “dinossauros”
não aparece na bíblia? A resposta é simples: essa palavra ainda não tinha sido
inventada na época em que a bíblia foi escrita.
Os livros seculares dizem que a primeira descoberta
do que mais tarde foi chamado de dinossauro foi em 1677 quando o Dr. Robert
Plot encontrou ossos tão grandes que pensou que eram de um elefante gigante ou
de um ser humano gigante. (Benton,
“Dinosaurs: An A-Z Guide”, pág. 14).
Até então não existia
ainda um nome para identificar esses animais, porém, em 1841 o paleontólogo britânico Richard Owen inventou a palavra
“dinossauro” para identificar esses répteis. (D. Dixon, B. Cox,
G.J.G. Savage, and B. Gardiner, “The Macmillan Illustrated Encyclopedia of
Dinosaurs and Prehistoric Animals” (New York: Macmillan Publishing Co., 1988),
pág. 92).
Essa palavra é uma junção de duas palavras gregas: “deinos”
(terrível) e “sauros” (lagartos). Literalmente “lagartos terríveis”.
Mas será que a bíblia não fala mesmo em dinossauros?
Talvez até fale! A bíblia cita um animal chamado “beemote”
que é descrito em detalhes em Jó 40: 15 – 24. Apesar de alguns comentaristas o
identificarem como um hipopótamo, suas características lembram um dinossauro, e
não um hipopótamo. Lembrando que a palavra beemote significa “besta” (lit.
animal quadrúpede de grande porte), ou seja, é uma palavra de significado vago.
Como nenhum animal vivo correspondia à descrição dada pela bíblia, alguns
tradutores sugeriram que o beemote poderia ser o hipopótamo do Nilo, e assim
algumas versões bíblicas traduzem beemote como hipopótamo ou elefante.
Segundo o livro de Jó, esse animal comia
ervas, tinha músculos no ventre e movia a cauda como um cedro. Vamos frisar
essa última característica: “move a cauda
como um cedro”.
Cedros geralmente são árvores de grande porte, com tronco
comumente reto. O esplendor dessa árvore foi muitas vezes mencionado na bíblia
(Isaías 2:13, Ezequiel
31:3). Acontece que a cauda minúscula do hipopótamo está
longe de poder ser comparada a um cedro, mas a cauda de um dinossauro lembra
bem um cedro.
Longe de mim querer desmerecer os estudos
científicos, mas também não devemos fechar os olhos para os fatos que estão bem
debaixo de nosso nariz! Os mesmos cientistas que afirmam de forma veemente que
os dinossauros estão extintos há pelo menos 65 milhões de anos, também afirmavam
que o triops, a tuatara, o celacanto, o tubarão-cobra e tantos outros animais
também estavam extintos há milhões de anos, mas não estão.
Mas será que Jó viu mesmo um dinossauro? É possível!
Ao contrário do que a ciência convencional ensina, existem muitas evidências de
que homens e dinossauros foram contemporâneos, veja alguns exemplos:
Pinturas rupestres:
Minas Gerais, Vale do Peruaçu (seria um elasmosaurus?):
Lake Superior Provincial Park - Ontario, Canada - Estegossauro?
Montrose, Colorado - Triceratops?
Desenho em caverna de índios norte-americanos:
Desenho encontrado numa caverna (Havasupai Canyon - EUA)
Pintura feita pela tribo Kuku Yalanji - Austrália
Esculturas de El Toro:
Material orgânico preservado em fóssil de dinossauro (como esse material foi preservado por 65 milhões de anos?)
Numa montanha da China, por exemplo, foram encontrados cerca de 20 mil fósseis de dinossauros, e muitos deles ainda preservavam tecidos moles (vide). Aliás, é muito comum encontrar tecido mole preservado e até DNA nesses fósseis: vide (aqui), (aqui), (aqui) e (aqui)...
Carcaça não identificada encontrada presa na rede do barco pesqueiro japonês Zuiyo-Maru - 1977, Abril - Costa da Nova Zelândia:
Observando esse grande mosaico abaixo (Mosaico Nilótico da Palestrina), que pertence ao período tardio Helenístico, podemos perceber alguns detalhes interessantes: criaturas bem semelhantes a dinossauros sendo atacadas por humanos. Veja primeiro o mosaico completo:
![]() |
| Mosaico Nilótico da Palestrina
Agora vamos dar um zoom para que você perceba esse detalhe interessante no mosaico:
Que animal seria esse? Ele te lembra alguma coisa? |
Dinossauros no túmulo de um bispo
No norte da Inglaterra existe uma vila chamada Carlisle, e nessa vila existe a Catedral medieval, fundada em 1122 pelo Rei Henry I. Foi nessa catedral que o bispo Richard Bell serviu por 17 anos, até que morreu em 1496, ou seja, 181 anos antes da descoberta oficial do primeiro osso de dinossauro por Robert Plot. Richard Bell foi enterrado no piso da catedral, como era o costume da época (Priory and Raines, p. xxviii), e algumas gravuras em bronze foram colocadas para adornar o seu túmulo. Essas gravuras mostram vários animais conhecidos, tais como cachorros, peixes, um urso, uma raposa, um morcego e outros...Porém, dois animais estranhos chamam a atenção: parecem dinossauros, veja:
Veja também esse documentário muito interessante do The History Channel:
Será que Jó viu mesmo um dinossauro? Acho muito provável, e você?
Só uma observação:
Quando mostramos essas evidências aos neoateus, a resposta mais comum é a seguinte:
"Os povos antigos também desenharam naves espaciais nas cavernas e isso não prova que seres extraterrestres conviveram conosco".
Se o neoateu usar esse argumento com você, diga o seguinte a ele:
"Nós sabemos como eram os dinossauros porque vemos os seus fósseis, e dessa forma podemos identificar um dinossauro num desenho. No entanto nunca vimos uma nave espacial! Como, pois, vocês sabem que o que esses povos desenharam eram de fato naves espaciais?"





















